A Qualidade do Ar Interior (QAI), de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), é um factor determinante para a saúde pública e bem-estar das pessoas. A exposição a agentes poluentes transportados pelo ar, presentes em ambientes interiores como habitações, locais de trabalho, escolas ou veículos, pode originar patologias respiratórias, alergias, irritações do trato respiratório e outros efeitos adversos para a saúde.

A evolução das sociedades modernas e o crescente conhecimento sobre conforto ambiental colocam em destaque a importância da qualidade dos espaços interiores, integrando áreas como:

  • Conforto térmico;
  • Conforto visual;
  • Conforto acústico;
  • Qualidade do ar interior.

Espaços mal ventilados e com equipamentos associados a processos de combustão representam um elevado risco de intoxicação por monóxido de carbono. A exposição prolongada a substâncias como Radão, Amianto e Fumo de Tabaco contribui significativamente para o aumento do risco de doenças oncológicas.

Adicionalmente, muitos compostos químicos presentes em ambientes interiores provocam desconforto sensorial, fadiga, irritações e outros sintomas associados à má qualidade do ar.

O crescimento microbiológico depende de diversos factores, sendo particularmente críticos a presença de água e nutrientes. Situações como:

  • Condensações;
  • Rupturas em canalizações;
  • Infiltrações;
  • Humidade excessiva;

podem potenciar o desenvolvimento de fungos, bactérias e outros agentes biológicos indesejáveis.

Estima-se que aproximadamente 10% da população seja alérgica a uma ou mais espécies de fungos. Os bioaerossóis podem desencadear reacções adversas em indivíduos sensibilizados, independentemente da sua toxicidade ou composição.

Apesar do impacto significativo da QAI na saúde humana, o seu controlo continua, em muitos casos, a ser insuficiente ou inexistente. A legislação nacional tem vindo, no entanto, a reforçar a importância desta temática. A Portaria n.º 353-A/2013, de 4 de Dezembro, estabelece os limiares de proteção e as condições de referência para os poluentes do ar interior em edifícios.

Com vasta experiência nesta área, a Enviprime desenvolveu metodologias específicas para acções de inspecção e auditoria à Qualidade do Ar Interior, garantindo condições adequadas de salubridade e proteção da saúde dos ocupantes dos edifícios.

Serviços disponibilizados pela Enviprime

  • Avaliação de parâmetros químicos
    Monitorização de partículas, dióxido de carbono (CO₂), monóxido de carbono (CO), compostos orgânicos voláteis (COV), formaldeído, entre outros;
  • Avaliação de parâmetros físicos
    Controlo de temperatura, humidade, ruído e restantes parâmetros ambientais;
  • Avaliação de parâmetros microbiológicos
    Análise de superfícies, Legionella, bactérias, fungos e outros agentes biológicos;
  • Inspecção a sistemas AVAC
    Verificação do funcionamento e eficiência dos sistemas de Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado.
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